March112012
“Um dia depois de muito andar, escrever e fazer minhas coisas, acordei pra vida, achei que essas dores e coisas assim passavam, um dia tranquilo com o penamento longe pensei ter entendido este mistério essa coisa de dor e de conflitos internos, mas entendi de maneira errada que essa dor não era só coisa de adolescente ou de quem não tinha mais o que fazer. Pensei que somente certas pessoas causavam ou sentiam essas dores, e admito, eu achava elas um tanto esquisitas. Porém um dia olhei pra dentro ao invés de olhar pra fora e compreendi que essa dor era minha, só minha e por isso precisava lutar dentro de mim, como um filho que estivesse saindo de minhas entranhas mas como um alienígena que aqui não poderia jamais viver, porque ninguém teria que dar as condições necessárias para isso. Então ele não vivia, ele morreu. Porque precisava morrer ele possuia todas as coisas fortes e ao mesmo tempo temidas do universo; comprimia do estômago à garganta e queria gritar cá dentro, mas só depois que foi expurgado passou a viver em seu lugar e optou por força maior em ‘não existir’, foi rumo ao buraco negro do universo e lá se desintegrou para não mais voltar e assombrar as mentes humanas, pelo menos essa foi a história que me contaram.”

Um dia depois de muito andar, escrever e fazer minhas coisas, acordei pra vida, achei que essas dores e coisas assim passavam, um dia tranquilo com o penamento longe pensei ter entendido este mistério essa coisa de dor e de conflitos internos, mas entendi de maneira errada que essa dor não era só coisa de adolescente ou de quem não tinha mais o que fazer. Pensei que somente certas pessoas causavam ou sentiam essas dores, e admito, eu achava elas um tanto esquisitas. Porém um dia olhei pra dentro ao invés de olhar pra fora e compreendi que essa dor era minha, só minha e por isso precisava lutar dentro de mim, como um filho que estivesse saindo de minhas entranhas mas como um alienígena que aqui não poderia jamais viver, porque ninguém teria que dar as condições necessárias para isso. Então ele não vivia, ele morreu. Porque precisava morrer ele possuia todas as coisas fortes e ao mesmo tempo temidas do universo; comprimia do estômago à garganta e queria gritar cá dentro, mas só depois que foi expurgado passou a viver em seu lugar e optou por força maior em ‘não existir’, foi rumo ao buraco negro do universo e lá se desintegrou para não mais voltar e assombrar as mentes humanas, pelo menos essa foi a história que me contaram.

January232012

A guerra interna e diária de viver, com tudo que se tem. Tuas coisas, minhas coisas as nossas. Num sussurro eu digo que te espero, no sorriso eu digo é simples e é lindo.

1º dia.

December92011
Ela falava que uma parte dela estava indo, indo rumo a um bar beber com algum desconhecido, para que qualquer coisa que fosse dita, ficasse solta pelo ar e ninguém captaria qualquer frase de outra forma que não fosse abstrata, então sorririam como se entendessem ou fingissem que se entendiam.
Pela manhã, ao sentar na grama com uma xícara de café nas mãos e os olhos fixos em um ponto qualquer, na altura de alguma pedra que fosse mais próxima possível do chão, a única coisa que pensou foi sobre a saudade de outrora que sentia de sí mesma, da sua capacidade de criar, de ler, de pensar sobre as coisas, do medo que tinha.
Era como se tudo isto estivesse presente constantemente quando ela atravessava a rua, ou de manhã quando ia escovar os dentes depois do café, ou quando tirasse o pijama ao acordar, a sensação era de que alguma coisa estivesse sendo destruída, alguma coisa estivesse sendo roubada…
A morte de tudo que é verde e o sólido branco e azul liquefez. Jamais saberia se esta sua falta é porque no mundo existem faltas constantes ou se era o tempo que tinha parado e nem a sua inteligência ela conseguia reconhecia mais.

Ela falava que uma parte dela estava indo, indo rumo a um bar beber com algum desconhecido, para que qualquer coisa que fosse dita, ficasse solta pelo ar e ninguém captaria qualquer frase de outra forma que não fosse abstrata, então sorririam como se entendessem ou fingissem que se entendiam.

Pela manhã, ao sentar na grama com uma xícara de café nas mãos e os olhos fixos em um ponto qualquer, na altura de alguma pedra que fosse mais próxima possível do chão, a única coisa que pensou foi sobre a saudade de outrora que sentia de sí mesma, da sua capacidade de criar, de ler, de pensar sobre as coisas, do medo que tinha.

Era como se tudo isto estivesse presente constantemente quando ela atravessava a rua, ou de manhã quando ia escovar os dentes depois do café, ou quando tirasse o pijama ao acordar, a sensação era de que alguma coisa estivesse sendo destruída, alguma coisa estivesse sendo roubada…

A morte de tudo que é verde e o sólido branco e azul liquefez. Jamais saberia se esta sua falta é porque no mundo existem faltas constantes ou se era o tempo que tinha parado e nem a sua inteligência ela conseguia reconhecia mais.

November42011

*_* linda; Supercordas - Índico de Estrelas

October122011

semelhante afinidade ‘with my self’.

October32011
e-pic:

by Robert Farkas

e-pic:

by Robert Farkas

art 

August312011
Volantes

Volantes

1PM

The Human League - Don’t You Want Me Baby

July142011
Obra: “O mamoeiro”  - Tarsila do Amaral.

Obra: “O mamoeiro”  - Tarsila do Amaral.

June212011
“O que quer que você faça na sua vida é insignificante, mas é muito importante que você faça, porque, ninguém mais vai fazer. É como quando alguém entra na sua vida e metade de você diz: você ainda não está preparado’ mais a outra metade diz; faça ela ser sua pra sempre”.
#Dica: ‘Lembranças’ (film).

“O que quer que você faça na sua vida é insignificante, mas é muito importante que você faça, porque, ninguém mais vai fazer. É como quando alguém entra na sua vida e metade de você diz: você ainda não está preparado’ mais a outra metade diz; faça ela ser sua pra sempre”.

#Dica: ‘Lembranças’ (film).

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